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quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Responsabilidade _Chegou o Dia da Sobrecarga da Terra: você sabe o que é?

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Chegou o Dia da Sobrecarga da Terra: você sabe o que é?

Já gastamos mais do que podemos pagar!


A partir de 1º de agosto, estaremos “no vermelho” ambientalmente. Ou seja, consumindo mais recursos naturais do que a capacidade de regeneração do planeta.

Em 1970, descobriu-se que a Terra havia entrado no “cheque especial ambiental”, ou seja, seus habitantes tinham gastado mais recursos naturais (água, terra e madeira) – e tinham emitido mais gases de efeito estufa – do que a capacidade de regeneração do planeta. De lá para cá, entramos no limite cada vez mais cedo. Em 2018, o Dia de Sobrecarga da Terra é 1º de agosto. No primeiro ano de cálculo, a entrada no “cheque especial” aconteceu em 29 dezembro.

O resultado de 2018 é o pior já registrado. A contabilidade do déficit é feita pela rede ambientalista Global Footprint Network, com sede na Califórnia (Estados Unidos), e conta com a participação de ONGs ambientais, como o World Wildlife Foundation (WWF) e o brasileiro Instituto Jatobás, além de autoridades de diversos países.

O índice de sobrecarga é calculado levando em consideração dois indicadores: a pegada ambiental – quanto de terra ou água precisamos para gerar o que consumimos e para absorver o que descartamos – e a biocapacidade – o quanto uma área consegue regenerar o que foi usado.

Atualmente, mais de 80% da população mundial vive em países que se encontram “no vermelho” em termos ambientais. Apesar de o Brasil estar no “azul” – muito por conta da capacidade de regeneração da Floresta Amazônica –, o índice positivo vem caindo progressivamente.

É nesse cenário que ações como o nosso Programa Carbono Neutro são imprescindíveis. Há dez anos, compensamos todos os gases de efeito estufa gerados a partir da nossa cadeia de produção.

Saiba mais em http://www.natura.com.br/blog/dia-de-protecao-as-florestas.
terça-feira, 24 de abril de 2018

Responsabilidade _ Linha Sève, da Natura, passa a ter embalagem 100% reciclada

Dia Da Terra

Linha Sève, da Natura, passa a ter embalagem 100% reciclada

Mudança é uma das ações da empresa que contribui para proteger a Terra, ao evitar o descarte ao equivalente a mais de 900 mil garrafas PET na natureza



Ao focar no aumento do uso de materiais de menor impacto ambiental em suas embalagens, a Natura contribui para lidar com um dos principais desafios ambientais apontados por organizações não-governamentais no Dia Mundial da Terra, celebrado no dia 22 de abril: o crescente acúmulo de resíduos, principalmente plástico, no planeta. De acordo com estudo publicado no Fórum Mundial de Davos, no ritmo atual de produção e descarte de resíduos, os oceanos terão mais plástico do que peixes em 2050.

Neste cenário, reutilizar essa matéria-prima é essencial. Com embalagens reformuladas, a linha Sève, da Natura, passou a ter 100% de PET reciclado na composição de seus frascos, uma iniciativa que contribui para evitar o descarte de 42 toneladas de plástico na natureza anualmente, o equivalente a mais de 900 mil garrafas PET de dois litros.

Esses materiais, que seriam descartados como resíduos, passam por um processo de transformação que permite reutilizá-lo em embalagens, prolongando sua vida útil. Esse processo, desenvolvido para garantir a segurança dos consumidores, envolve a triagem, lavagem e moagem dos resíduos plásticos, então transformados em resinas que vão dar origem às novas embalagens do produto. Além de Sève, também a linha Ekos conta com 100% de PET reciclado em sua composição. Natura Homem, Tododia, Plant e Tez também estão progressivamente incluindo plástico reciclado na composição de seus frascos.

O uso de PET reciclado nas embalagens pela Natura favorece o meio ambiente e têm também um impacto social, ao fortalecer a cadeia de reciclagem e produção de embalagens. “As embalagens recicladas pós-consumo, por exemplo, têm origem em cinco cooperativas de catadores no interior de São Paulo. Isso faz com que resíduos que iriam para o aterro sanitário tenham um novo uso. Ao priorizarmos cadeias de fornecimento que tenham a participação de cooperativas de catadores, buscamos maior impacto socioambiental positivo”, afirma Keyvan Macedo, gerente de sustentabilidade da Natura.

Hoje, a resina PET pós-consumo usada em embalagens Natura é fornecida pelo grupo GlobalPack, que compra garrafas PET de cinco cooperativas, em Paulínia e Campinas. Essa cadeia é rastreada e homologada, contribuindo para um modelo de negócios que busca melhor gestão organizacional, valorização dos aspectos socioambientais, boas práticas de produção e qualidade nas relações de trabalho. Além do uso de materiais reciclados pós-consumo, a Natura também investe no aumento do uso de polietileno verde (PE verde), plástico produzido a partir do etanol de cana de açúcar, uma matéria-prima renovável, enquanto os polietilenos tradicionais utilizam matérias-primas de fonte fóssil, como petróleo ou gás natural. O PE verde apresenta mesmo potencial de reciclagem que o PE tradicional, com o benefício de impactar menos na emissão de gases do efeito estufa, que causam mudanças climáticas. Os refis de Sève também usam PE verde, o que evita a emissão de 70 toneladas de carbono por ano, uma redução de gases de efeito estufa equivalente a 12 viagens de carro em volta da Terra.

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